sábado, 2 de outubro de 2010

Avenida João Pessoa



Na foto, a avenida João Pessoa, em frente à Praça Flores Cunha, arborizada, limpa, transitável, com belíssimas luminárias.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Solenidade de inauguração da Praça Flores da Cunha


Em 1975, a Praça Rio Branco passou a se chamar Flores da Cunha, hoje, carinhosamente conhecida como Praça dos Cachorros.

Na foto, a solenidade de troca de nome. Na ocasião, Guilherme Flores da Cunha, sobrinho do homenageado, o ex-governador José Antônio Flores da Cunha, fala às autoridades e populares presentes.

Acervo de José Rivadávia Correa

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

E o prefeito continua caladito no más!

Projeto para a Linha de Fronteira



Há um “Plano de desenvolvimento urbano conjunto Rivera/Santana do Livramento” desenvolvido em 1998.

O Plano de Desenvolvimento Urbano Conjunto é o resultado da discussão do tema planejamento urbano integrado nas áreas de fronteira, incluído na ata final da III Reunião da Comissão Geral Brasil-Uruguai, firmada pelos Chanceleres em outubro de 1996.

Foi expressada “a necessidade de se proceder à elaboração de um Plano Diretor Conjunto”, assim como de construir um Grupo de Trabalho binacional, integrado por representantes dos Ministérios das Relações Exteriores dos dois países, por representantes dos Ministérios e organismos públicos do Uruguai (MTOP, MVOTMA), do Estado do Rio Grande do Sul (METROPLAN e FEPLAN), da prefeitura Municipal de Livramento e da Intendência de Rivera e OSE

O Grupo de Trabalho para elaboração do referido Plano, foi instalado em Rivera, em abril de 1997, sob a presidência dos embaixadores do Brasil e do Uruguai, e coordenado pelos Cônsules em Livramento e em Rivera.

Este grupo teve a coordenação técnica compartilhada pelo representante do Estado do Rio Grande do Sul, na equipe brasileira e pelo representante do Ministério dos Transportes e Obras Públicas, na equipe uruguaia.

Em maio de 1997, por ocasião da VIII Reunião da Comissão para o Desenvolvimento Conjunto das Zonas Fronteiriças entre Brasil e Uruguai, os Presidentes, assinaram uma Declaração Conjunta com o objetivo de ratificar os acordos e convênios anteriores, reafirmando a consolidação do MERCOSUL, criando novos mecanismos mais ágeis e eficientes para a consecução dos objetivos estabelecidos, bem como introduzindo novas pautas. Na ocasião foi também firmado, na Intendência de Rivera o Ajuste Complementar ao Convênio para a Fixação do Estatuto Jurídico da Fronteira e estabelecido um cronograma de atividade e prazos para a conclusão dos estudos pertinentes por parte do Grupo de Trabalho para o Desenvolvimento Urbano Conjunto das cidades de Livramento e Rivera.

Os levantamentos, as análises, os diagnósticos e as propostas contemplam: a estrutura urbana, a ocupação e uso do solo; o sistema viário e circulação;  infra-estrutura, serviços e equipamentos urbanos; conservação e/ou preservação do meio ambiente; conservação e/ou preservação do patrimônio cultural e paisagístico; aspectos econômicos e sociais; definição de projetos estratégicos; instrumentos normativos e institucionais.

Este projeto observa a estrutura urbana e de polarização.Traça as diretrizes para o uso e ocupação do solo. Prevê o reassentamento de áreas habitacionais, respeita a zona urbana fronteiriça, cuja fixação foi assinada em 1933 através do Estatuto Jurídico da Fronteira que define o “corredor internacional urbano”.

O “corredor internacional urbano”é constituído por: nas áreas rurais, uma faixa de 22 metros de cada lado dos segmentos retilíneos que compõem a linha divisória, ou seja, uma faixa de 44 metros onde é vedada a construção, com regime jurídico idêntico ao das estradas e caminhos; não há referência direta às áreas urbanas, mas o artigo XI indica que “em qualquer outro trecho da fronteira, não serão permitidas novas construções ou reconstruções a menos de dez metros da linha de divisória”.

Foram definidos alguns projetos especiais, considerados estratégicos para obtenção dos objetivos gerais e específicos.

Um destes projetos especiais refere-se ao “corredor internacional urbano”, ou Linha Fronteiriça, compreendida entre o Cerro do Marco e o Parque Internacional, seu entorno, integrando as áreas de comércio internacional imediato das Ruas Sarandi/Agraciada, Andradas/Rivadávia e suas respectivas paralelas e transversais, etc., incluindo paisagismo, micro-arquitetura, locais de estar e lazer, propostas para terminal de transbordo de transporte coletivo urbano, entre outros trechos da Linha Fronteiriça, imediatos ao trecho central, nas direções Norte, Noroeste, Sul e Sudoeste.

Foi apontado, também, como seriam captados os recursos para a execução deste excelente projeto.

A única pergunta que fazemos é:

Por que este projeto não teve prosseguimento?

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Fronteras: un imaginario colectivo



Me agrada mucho el tema que escribes, ya visité el blog y efectivamente comprobé que si bien la problemática es muy particular, en tanto que es local, en un lugar único e irrepetible en el mundo, también ofrece semejanzas de una realidad global que se manifiesta aquí y allá.

Todo por un orden económico que es injusto, provoca diferencias y hace que la gente busque desesperadamente un modo de vivir, pero este modo de vivir se orienta por los espejismos de una sociedad de consumo donde se confunde qué es lo indispensable y qué otro es alimento de la autoestima o aquello que nos vuelve seguros o al menos apacigua la ansiedad, aunque sea efimeramente. Objetos de vidrio que brillan pero no nutren más allá de una fugás ensoñación o alegría. Hemos sido educados para consumir y para vender nuestra capacidad de trabajo al precio que se nos impone, no somos libres.

La frontera que no fue, puede ser el nombre de esa idea que alcanzo a captar en tu escrito y lo que vi más delante.  Un límite que no limita, un fin y un comienzo de algo que no es perceptible a primera vista. Un pedazo de tierra de nadie, que no pertenece exclusivamente a los de aquí, que no es tampoco de los de allá y por eso no hay quien se ocupe de atenderle y cuidarle.

Eso existe también en el corazón o en los bordes de las metrópolis, donde el orden de gobierno impone zonas limítrofes, de lo municipal a lo estatal o federal, pero también hay fronteras culturales que los habitantes marcan con sus propias prácticas sociales y culturales: allá los ricos, aquí los pobres, los de piel oscura, los trabajadores, etc. Fronteras que inventa o recrea un imaginario colectivo y perduran tal vez durante siglos.

Entre países podemos hablar de unas fronteras más asimétricas que otras, en tanto una potencia económica puede estar junto a un país donde la mayoría subsisten en forma precaria. Un gigante junto a un ser de estatura regular o menuda. Pienso también en las fronteras que ni se ven ni se sienten porque los que habitan a un lado y otro son semejantes y si no son tan semejantes en el habla, la cultura, etc., al menos se han acostumbrado a la presencia mutua.

Intercambian en forma cotidiana, símbolos, mercancías, modos de vida o costumbres, es decir, hábitos culturales que se revuelven hasta formar otro rostro híbrido, el rasgo o halo fronterizo que se manifiesta en el modo de hablar o la manera de ser de la gente.

Ser de aquí o de allá da lo mismo, en tanto los países no se separen por alguna eventualidad que puede ser desde un conflicto, hasta una amenaza sanitaria que pudiera afectar a alguna de las partes vivientes, trátense de personas, plantas o animales.

Las fronteras son desde que los habitantes humanos del planeta se hicieron tribus o clanes que marcaron el territorio, siguiendo una línea de la conducta animal: las manadas que se apropiaron y defendieron zonas.

Las culturas igualmente han sobrevivido separadas por accidentes geográficos, desde ríos hasta cadenas montañosas, lagos, praderas, desiertos, etc. Estos son los orígenes de las nacionalidades que hoy vuelven a separase por esa raiz natural, ya no tanto por las líneas imaginarias que finalmente nunca fueron del todo separadoras o totalmente respetadas por los de una parte u otra, al contrario, sirvieron y todavía son usadas para el encarecimiento de productos, con lo cual se vitalizan las formas de generar dinero. El paso a través de una línea imaginaria, puede significar un aumento notable en el valor de algo.

Por tanto la significancia de la frontera descanza sobre una base económica, más allá de todo propósito territorialista o nacionalista. "Ya no existen fronteras naturales  ni lugares evidentes que uno debe ocupar.

Donde quiera que nos encontremos en un momemto dado, no es posible ignorar que podríamos estar en otra parte, de manera que hay cada vez menos razones para hallarnos en un lugar en particular (y de ahí a veces sentimos el ansia abrumadora de encontrar -de inventar- esa razón). El dicho ingenioso de Pascal se ha transformado en una profesía hecha realidad: vivimos en un círculo extraño cuyo centro está en todas partes y su circunferencia en ninguna (quien sabe si no sucederá al revés)" (Bauman, 2004, p.103-104).

A menos que se trate de murallas como en la antiguedad: la Muralla China o la muralla que hace dos mil años construyeron los británicos para separarse del mundo romano, así como el muro de Berlín en la época moderna o también la que construye actualmente EU, para "separarse" de México. Estas murallas tuvieron y tienen el propósito de salvaguardar valores culturales o la integridad de las naciones ante posibles invasores, sin embargo, también señalan que hay enemistad y por tanto quien ose traspasarlas deliberadamente será tratado como enemigo. Constituyen presencias de piedra o acero que marcan un fin y un principio territorial e imponen una fuerza simbólica.

Algo parecido a los altos muros que de pronto implanta un vecino, para aislarse de los demás y a la vez protejer su propio mundo. Bauman dice que: "A lo largo de los siglos, la separación espacial que conduce al confinamiento forzado ha sido una reacción visceral, casi instintiva, ante todas las diferencias, en particular aquella que no se podía o deseaba alojar en la red del trato social habitual". (Bauman, 2004, p. 139)
¿Qué sentido tienen entonces las fronteras cada día más invisibles o mutantes? ¿Hay fronteras para todos o solamente unos cuantos pueden franquearlas?

Bueno, es todo un tema y me agrada pensar y sobre todo tener la oportunidad de contribuir con tu trabajo.

Nos vemos.
 
Artigo de Mtro. Carlos Antonio Villa Guzmán
Profesor Investigador, Universidad de Guadalajara (México), Centro Universitario de Ciencias Sociales y Humanidades (CUCSH), Departamento de Estudios de la Comunicación Social


Ilustram o artigo, fotos de velhos marcos divisórios internacionais entre Brasil e Uruguai. 

Foto do alto: Eduardo Amorim

domingo, 26 de setembro de 2010

Este é o Seu Santana



Seu Santana também está indignado, e por isso descruzou os braços...

sábado, 25 de setembro de 2010

Sebrae informa sobre o convênio com a Prefeitura


Recebemos as seguintes informações e documentos do Sebrae de Livramento acerca do cadastramento dos camelôs:

Cópia da Chamada Pública nº 01/2009, referente à implantação do Programa de Desenvolvimento Local com base na Lei Geral das MPE's.

O objetivo geral do programa é fortalecer e promover um ambiente favorável aos pequenos negócios locais de cada município.

O custo para implantação do programa em Livramento foi de oito mil reais, conforme tabela para os municípios acima de 40 mil habitantes.

A duração do contrato de prestação de serviços da Prefeitura com o Sebrae é de dois anos.

A Lei nº 5.694 de 17/11/2009 é a que instituiu a Lei Geral Municipal da Microempresa, Empresa de Pequeno Porte e Micro Empreendedor Individual (MEI) e outras providências.

Em Livramento já foram implementadas as seguintes fases do programa: Fase 1 (Realização do ambiente institucional local, levantando as instituições chaves para a implementação da Lei Geral do município) e Fase 2 (sensibilizar atores e formar alianças locais, formando o comitê de governança local e assessoramento para implantação e regulamentação da Lei Geral).

Atividades já realizadas:

1. Capacitação do Agente de Desenvolvimento (Secretário Aragón e senhor Aldair);

2. Ferramenta do workshop 1 - metotologia de ambiente institucional, tendo como participantes o agente de desenvolvimento e mais dois convidados

Atividades que serão realizadas no próximo dia 6 ou 7/10/2010:

1. Encontro inicial - Explicitando a Lei Geral do Município, apresentação do agente e a estrutura do programa.

2. Preparação da governança.

3. Encontro de formalização do Comitê Gestor da Lei Geral (governança).

O Sebrae ainda informa que apenas formaliza o enquadramento do "empreendedor" (camelô), são passadas as devidas orientações, palestras e cursos, não tendo responsabilidade sobre a localização dos mesmos, pois isso é com a Prefeitura e o Corpo de Bombeiros, bem como não se responsabiliza sobre a legalidade e a origem das mercadorias que os camelôs comercializam, o que seria de responsabilidade da Receita Estadual, da Receita Federal e das Polícias.